excessos e sociedade de consumo
- Beetin (?) – Menos é mais – polêmico
- Umberto Eco – O “muito” nos Estados Unidos é normal
- Cinema de horror – macacos – ciborgues – a mulher
- Corpos de Passagem
- Formas de adição
- Culto ao excesso dá dinheiro, é lucrativo – deve existir para tornar a sociedade forte, economicamente forte – mesmo que seja de forma transgressora – tudo pode ser transformado em lucro
- As várias práticas clandestinas entraram para dentro de casa, para a família. Ex. é extremamente comum vermos em uma mesma vitrine de loja manequins representando a mãe, o pai, o filhinho e a filhinha de pijama, ao lado do manequim com um langerie erótica; todos juntos, a família e a amante, convivendo na mesma vitrine.
- Década de 1960 – ano 66 – surgem as indústrias Diet/Light – o aspartame – tentativa de juntar o prazer de comer com a dieta – Há muitas junções deste tipo – custo disso? = imensa ameaça à transgressão
- a partir dos anos 80 – surgem os empresários de si mesmos – o corpo passa a ser lugar de investimento
- o corpo nunca está pronto - antes não era assim – havia uma desmedida na vida que era habitual .
- excesso – desmedida – Filosofia – Platão x Sócrates X Alcebíades
- O Banquete - Platão – não peça demais / não fale demais / Conhece-te a ti mesmo – as duas primeiras frases dependem da terceira
- Democracia Grega – ninguém é mais que ninguém (lembremos que se tratava de uma sociedade de castas, em que haviam escravos que não eram considerados cidadãos, observação minha)
- Homem sábio – aquele que sabe dos seus limites - a boa alimentação depende de suas potências
- Nas Sociedades Modernas – O postulado principal é que o excesso é um sinônimo de liberdade
- Modernidade – positividade no excesso
Subjetivo – romântico – pressupõe que o fim do estado de nobreza é o começo de todas as liberdades – fora da nobreza é liberdade
- Morrer por amor = excesso = Objeto da paixão nos liberta
- A doença também nos liberta – o efeito da dor sobre nós é incomunicável
- O excesso me distingue
- Dandismo – o homem que se constrói
- Com o Romantismo – ( ex. Marques de Sade) = excessos de dor, de amor, de coragem, de ódio = tonalidade positiva = pessoas que pensaram demais = doidas = excessivas
- Na época contemporânea – não nos sentimos tão atraídos pelo Romantismo e os valores Românticos
- Gaston Bachelard
- o eu hoje – muitas necessidades, muitos aparatos, corpo biológico tem muitas coisas
- Positivista = positividade, subjetividade significa uma individualidade que é mais móvel, pois se apóia não necessariamente na profissão, na escolaridade, no estado civil, na situação social – ampliação das ciências (?) humanas – o que vale não é só o que identifica o indivíduo fisiológicamente – a subjetividade já nasce com essa posição mais ampla.
- Nós hoje = mais subjetividade que identidade – existem muitas identidades em uma única pessoa
- carteira de identidade nasce com o nazismo – batismo mais importante que nascimento
- sociedades = criadoras das marcas do eu – impressão digital – individualização do túmulo (?) – o eu privado
- Walter Benjamin – Passagens – Sociedade burguesa – você não foge de si
- sociedade burguesa – império da visão = cultura da aparência – moda/frivolidade/identidade na aparência = culto ao efêmero - grande poeta do efêmero = Baudelaire – idéia de choque e vertigem – conforto (ou seria confronto? não entendi minha letra, hehe)
- Nunca uma sociedade se viu tanto com a nossa
- Exacerbação do gosto por si
- Ingleses – Revolução Industrial – novos ricos precisam provar que têm prestígio, já que não têm ‘sangue azul’ da aristocracia, da nobreza
- O pudor foi criado na Inglaterra, com a Burguesia – surge o diário íntimo e cartas
- A psicanálise surge no século XIX não por acaso, assim como as drogas